A empresa Gestão Predial, por experiência, consegue negociar produtos e serviços obtendo resultados satisfatórios para o condomínio.
Cotas Extras:
O conhecimento técnico em planejamento e controle financeiro permite uma previsão orçamentária que termina definitivamente com os sobressaltos das cotas extras e pagamento de juros às administradoras, o grande "fantasma" dos moradores.
Serviços:
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Redução das despesas condominiais;
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Acompanhamento junto à Administradora a respeito do contrato de prestação de serviços;
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Elaborar um Planejamento de Manutenção;
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Recrutamento, seleção e treinamento do pessoal;
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Consultoria e licitações;
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Controle financeiro e orçamentário;
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Elaboração de normas de segurança com treinamento de pessoal;
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Coordenar, planejar, orientar e controlar os serviços do Condomínio;
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Fazer a gestão patrimonial;
A atenção voltada, pela nossa experiência, ao planejamento da manutenção, não só aquela dos equipamentos, mas muito mais a de conservação da infraestrutura predial que propiciará uma economia de gastos a médio/longo prazo. Quando se previne a doença conseguimos evitar que ela apareça forte, ou nem se apresente.
A empresa Gestão Predial na sua tendência evolutiva de aprimoramento da gestão condominial, pesquisou e encontrou um trabalho elaborado pelos técnicos da USP – Universidade de São Paulo (Este trabalho, preparado pela COESF, faz parte de um conjunto de recomendações e orientações para procedimentos que visam uma melhor utilização dos edifícios e áreas da Universidade de São Paulo, site: www.coesf.usp.br/docs/cartilha_ Orientacoes_manuencao_preventiva.doc) a respeito de Manutenção Predial Preventiva. Este trabalho foi adaptado e está sendo aplicado nos condomínios que administramos.
O que é Manutenção Predial Preventiva
Pode-se estabelecer que a vida de um edifício tem duas fases: a sua produção e o seu uso.
Umas séries de problemas relativas à sua durabilidade podem ser resolvidas ou minimizadas durante a primeira fase. Um bom projeto, uma orientação adequada, o correto atendimento às normas e ao programa de uso, a qualidade dos materiais empregados e o apuro técnico adotado na sua construção são procedimentos importantes que vão determinar essa durabilidade. Em épocas passadas, nem sempre a totalidade desses aspectos foi observada na produção dos edifícios — invariavelmente, a sua maior parte foi deixada em segundo plano. Conseqüentemente, durante a sua fase de uso, uma série de problemas começou a surgir, impulsionados pela não observância desses aspectos.
Porém, independentemente dessas circunstâncias, procedimentos regulares e programados de manutenção são essenciais para a conservação e eficácia da destinação da edificação. Evitam o surgimento dos problemas mencionados e as deteriorações inesperadas, permitindo previsão segura de gastos periódicos. Esse procedimento, que se pode chamar de Manutenção Preventiva, é imprescindível.
Os trabalhos programados de Manutenção Preventiva consistem, em muitos casos, em inspeções e verificações que, apesar de aparentemente simples, podem evitar altos custos de reforma. Em outros casos, serviços de limpeza corretos e utilizando produtos e equipamentos adequados, aumentam seguramente a vida de sistemas e materiais de acabamentos.
Para facilitar a programação desses serviços, procura-se estabelecer aqui critérios gerais para manutenção que são orientativos e servem como referência a edifícios de padrão comum. Edifícios de características especiais seja em termos de projeto, seja em termos de materiais utilizados ou mesmo em usos específicos, deverão ter um detalhamento maior, principalmente no que se refere aos quadros de serviços e periodicidades.
Por que fazer Manutenção Preventiva
Além dos aspectos relativos à qualidade e ao uso citados acima, um outro aspecto que se impõe é o do custo e do dispêndio financeiro para se manter as condições desse uso.
Como regra geral, admite-se que o custo anual da manutenção de um edifício situa-se entre 1,5 e 2% de seu custo inicial de construção. Um edifício de características tradicionais consumirá em 50 anos um valor equivalente ao gasto na sua produção. Se considerarmos que esse dispêndio anual é o mínimo necessário para uma manutenção eficiente e, se levar em consideração que edifícios públicos, em geral, tem sua vida útil para além de 50 anos (com ou sem manutenção), concluísse que a manutenção preventiva passa a ser um aspecto extremamente relevante.
Há, portanto, que se estabelecer um programa sistemático de manutenção predial que ao mesmo tempo em que reponha os sistemas deteriorados, permita o prolongamento da vida útil dos edifícios, através de serviços periódicos e de sua conservação global.
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